Sua pele, ainda não de couro.
Sua ferida leve, um arranhão - orgulho.
Vontade do jardim, voar, da fazenda, cavalos.
Fome do que havia ali, pequeno estagnado enganado, romântico.
Porque ele já nasceu curumim. Pele macia, marrom de leve, de todo leve, de todo planta, de todo pedra, parado. Pedro.
Morrerá curumim? Na poesia que escuta quieto, na metade do caminho, entre a rua e a lua.
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