terça-feira, 7 de julho de 2015

Ciúmes do vento.

Desespero-me pela impressão colorida
das fotos já suas de mim.
Tenho por alma o direito infiel
de adentrar pessoalmente seus fins!

Como pena e não como pai.
Como gente e não como homem mais.

Conte o que fiz e você não viu,
conte, sempre sonhou e nunca sentiu.
Conte-me: foi querer por ouvir um não
e então
desespero-me pela emissão
de mim.


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