Prendo num descanso amargo no peito
A utopia de todas as dores.
Trago no peito e mato sufocadas
As pequenas razões dos amores.
Sim, festa, encontro semiótico
Não sei ler mas depois sei chorar
Mil perdões aos olhos que me viram
Por amar por amor, por passar por passar.
Amor. Dor. Rimar.
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