Por que Oxalá chorou?
Porque, minha mãe da terra?
Quem foi que fez
A lágrima do velho renascer?
É que ontem sorri pro mar
É que ontem morar na areia
Foi por você meu bem
Bem que hoje é longe, estrela
E amanha ainda é por aqui
Que abraça a lágrima entidade
Dormiu sorrindo pro meu bem
E acordou a chorar de saudade
Oxalá chorou
Para um bem morrer
Oxalá chorou
Proutro bem nascer
Oxalá chorou
O amor é centelha
Oxalá quem viu
O amor virar estrela.
Procurando uma boa posição nesse espaço árido e magnífico, nem tão perto, pela forte correnteza, nem tão longe, pois o tudo é um apelido pro nada, e pra criar hei de me tornar pessoa.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
vai
não há alguma coisa
sem sentido algum
há milhares de insônias
há toda essa cabeça
pós enlouquecida
amadurecendo
num quintal onde
ainda há
uma luz acesa
sangrando os pés
numa pista velha
chamada dois de julho.
chamada dois
ao andar de cima
só os louco
só só só as louca
tem acesso acordado
aos sonhos
não há alguma coisa
sem sentido algum.
Se plante aí no fluxo.
COMO PREVISTO. VISTO. ISTO.
Você poderia saber, já, do que se tratava, poderia prever essa merda que fiz, esse deitar e rolar choroso dentro dessa jaula em que durmo muito. Você sabia, e o sentia a todo momento-essa é sua sanidade - rangia os dentes e dava socos nas coxas por raiva d'eu ser tão mundo, grande, quieto, seco, chato até pela internet.
Você sabe do que se trata.
Você sabia, já, do que se trava.
Esse seu carma que é o pé no chão, essa desgraça que é sua não assiduidade no mar - pelo comer essa grana verde, seca de si - essa sua parte doce não me amava, mas me lembrava em imagem e semelhança.
Isso de ter que ir só ali do lado, na dinha, isso de ter que ficar aqui parada, de cara, SOZINHA! Isso é comigo, você comigo é pouco.
Você, comigo, era calma
você alma
você
mais
eu
é
menos
o amor e o ódio de sua loucura
grudados ao lado da jaula
me vendo dormir
você poderia saber do que se tratava
mas sua sanidade
se apaixonou por mim.
Eu brindo sua loucura
brindo sendo ruim
você é tudo que eu jamais serei.
Você sabe do que se trata.
Você sabia, já, do que se trava.
Esse seu carma que é o pé no chão, essa desgraça que é sua não assiduidade no mar - pelo comer essa grana verde, seca de si - essa sua parte doce não me amava, mas me lembrava em imagem e semelhança.
Isso de ter que ir só ali do lado, na dinha, isso de ter que ficar aqui parada, de cara, SOZINHA! Isso é comigo, você comigo é pouco.
Você, comigo, era calma
você alma
você
mais
eu
é
menos
o amor e o ódio de sua loucura
grudados ao lado da jaula
me vendo dormir
você poderia saber do que se tratava
mas sua sanidade
se apaixonou por mim.
Eu brindo sua loucura
brindo sendo ruim
você é tudo que eu jamais serei.
Assinar:
Comentários (Atom)